quarta-feira, 6 de abril de 2011

Financial Times sugere que Portugal seja anexado ao Brasil para sair da crise





Brasil/Portugal [fonte da imagem: http://apimigrantes.blogspot.com/]
 
Em artigo publicado na edição desta sexta-feira (25), a equipe de colunistas da seção Lex do Financial Times sugere que Portugal seja anexado ao Brasil para sair da crise econômica e política em que vive: "Aqui vai uma maneira 'out-of-the-box' para lidar com o problema: anexação pelo Brasil (uma década de 4% de crescimento anual do PIB, muito mais elevado recentemente). Portugal seria uma grande província, mas longe de ser dominante: 5% da população e 10% do PIB", lê-se na coluna mais influente do jornal britânico de negócios e finanças.

O premiê socialista José Sócrates renunciou ao cargo, na última quarta-feira (23), após ver seu plano de austeridade ser rejeitado pela Assembleia Nacional Portuguesa, pela quarta vez. De acordo com o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Juncker, Portugal precisaria de um empréstimo de 75 bilhões de euros (cerca de R$ 175 bilhões) para solucionar os elevados endividamento e déficit públicos. Antes de renunciar, Sócrates resistia aceitar ajuda externa.

Para o FT apesar da perda de status, Portugal sairia ganhando caso tornar-se uma província brasileira: "A antiga colônia tem algo a oferecer, mesmo para além da diminuição dos 'spreads' de crédito e, proporcionalmente, déficits e contas correntes governamentais muito mais baixos. O Brasil é um dos BRIC, o centro emergente do poder mundial. Isto soa melhor lar que uma cansada e velha União Europeia", escreve o FT, em tradução feita pelo portal luso Económico.

Para o diário britânico, a União Européia vê em Portugal um membro problemático: "Sem governo, elevada resistência à austeridade e crônico desempenho econômico".

sexta-feira, 25 de março de 2011

Parabéns aos Novos Técnicos em Administração do CEEP

Aprendi muito com vocês, espero que também tenham aprendido algo comigo. Sucesso, sejam felizes e lembrem-se de mim.
 O grande passo para a vitória é quando vocês dão um grande passo...

quinta-feira, 24 de março de 2011

84% dos executivos brasileiros usam redes sociais

A pesquisa CDN de Credibilidade da Mídia (2010/2011), realizada no final do ano passado e divulgada recentemente, aponta que 84% dos executivos brasileiros usam redes sociais. A maioria está no Orkut (53%). Em segundo lugar está o Facebook (18%), seguido por Twitter (16%), MSN (5%), MySpace (4%) e LinkedIn (2%).

Informação

O levantamento aponta, ainda, alguns dados sobre onde os executivos buscam informação. Segundo a pesquisa, 91% acessam blogs com frequência, e 53% afirmaram ler jornais e revistas online.

A porcentagem dos que lêem revistas e jornais impressos foi, respectivamente, 88% e 66%.

As informações são do Comunique-se.

Felicidade no trabalho é possível e está associada à qualidade de vida

Estar satisfeito com a carreira não é algo irreal, dizem especialistas. Para isso, profissional precisa equilibrar campos da vida

Colocar a felicidade como meta no campo profissional é bem comum, mas difícil na avaliação de muitos profissionais que têm sempre críticas a fazer do chefe, do ambiente, de alguns colegas e da correria. Ao contrário do que muitos pensam, contudo, ser plenamente satisfeito com a profissão é possível.

“É uma meta alcançável”, afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Weider Silva. “Essa felicidade está lincada com o indivíduo”, ressalta. Para Silva, o campo profissional não está isolado e recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira e a afetiva, por exemplo. “Se um lado está desequilibrado, ele afetará o outro”.

A felicidade no trabalho só se estabelecerá, na avaliação do especialista, quando o conjunto de elementos que forma a nossa vida estiver bem. Mas não precisa estar perfeito. “A questão não é ter nenhum problema, mas saber equilibrar todos os que temos”, considera a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.

Para a especialista, o profissional só alcançará a felicidade no trabalho quando ele souber priorizar a qualidade de vida. “Ele tem de tentar relacionar o bem estar dele com o da empresa”, afirma.


Ser feliz

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja mesmo no trabalho. “Às vezes, o profissional acha que está infeliz no trabalho, mas na verdade ele não está bem em outra esfera da vida”, afirma Silva. “Tudo gera impacto”, reforça.



Pensar no que incomoda hoje no trabalho pode ajudar o profissional a resolver alguns nós que impedem que ele se sinta feliz com o que faz ou onde trabalha. Ao identificar os gargalos, ele limpa seu campo de visão e começa a perceber se os problemas estavam relacionados ao seu campo de atuação.

“No trabalho, teremos problemas, enfrentaremos riscos, erraremos e trabalharemos sobre pressão. Mas isso faz parte”, considera Karla. Com isso, considerar esses fatores como motivos para uma possível infelicidade não conta, pois em qualquer lugar onde o profissional esteja ou em qualquer profissão que atue, ele vai encontrar problemas dessas naturezas.

Para se alcançar a felicidade plena no campo profissional, o ideal é aliar todos esses fatores e encará-los do modo mais natural possível. E cada profissional saberá qual a melhor forma de lidar com essas pequenas pedras diárias. Por isso, a felicidade é algo tão particular. “A felicidade está atrelada ao que o profissional quer”, considera Silva.

Os fatores da felicidade

Atingir a felicidade profissional é particular. Mas existem fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade aparecer para qualquer um. Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira. “Se ele faz o que gosta e não apenas o que tem de fazer, se a remuneração é adequada e se o grupo de convivência é positivo, ele pode ser feliz no trabalho”, afirma Silva.



Além desses, Karla cita como fatores que contribuem para a felicidade na carreira o fato de o profissional ter desafios constantes, se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes. Contudo, para a especialista, ter relacionamentos respeitosos no ambiente de trabalho, ter perspectivas e segurança são os itens que mais contribuem para a satisfação profissional.

Esses fatores, porém, não são estanques, uma vez que a carreira do profissional, assim como o mercado de trabalho, está em constante mudança. “A felicidade é uma busca contínua”, avalia Karla. “O profissional precisa entender que a felicidade não existe no trabalho em si, mas nele mesmo, no equilíbrio de todos os campos de sua vida”, completa Silva.

 

Micro e pequenas pagam 94,8% das contas com pontualidade

No mês passado, de cada 1.000 pagamentos, 948 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias - índice de pontualidade de 94,8%


São Paulo - A pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas, após ter recuado no primeiro mês de 2011, registrou pequena recuperação em fevereiro. No mês passado, a cada 1.000 pagamentos realizados, 948 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias (índice de pontualidade de 94,8%). Em relação à pontualidade obtida no mês de janeiro de 2011 (94,7%), a alta foi de 0,1 ponto percentual, mesmo incremento se considerarmos o nível de pontualidade que foi observado em fevereiro de 2010 (94,7%).
A pequena recuperação da pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas em fevereiro de 2011 pode ser atribuída ao fato de que, neste ano, o feriado do Carnaval caiu em março. Assim, o calendário favoreceu a geração de caixa das empresas no mês de fevereiro, o qual contou com mais dias úteis para melhor administrar o volume de pagamentos.

A pontualidade de pagamento não teve comportamento uniforme entre os setores econômicos. No comércio, ela recuou de 95,3% (jan/11) para 95,2% (fev/11). No setor de serviços houve avanço de 94,0% (jan/11) para 94,3% (fev/11), direção semelhante à registrada pela indústria cuja pontualidade de pagamento passou de 93,3% (jan/11) para 93,6% (fev/11).

O valor médio dos pagamentos em dia caiu 11,2% em fevereiro/11, atingindo R$ 1.416,14. Na comparação com fevereiro de 2010, houve queda de 1,8%, a primeira em cinco meses. Isto é um sinal de que as medidas de aperto monetário podem estar gerando uma postura mais cautelosa das empresas, desestimulando-as a efetuar compras em maiores valores e quantidades.

 

CETEB/CEEP - Livramento - Bahia

Palestra Motivacional Ceteb... Livramento - Bahia
Palestra Sobre Funcionário Cão X Funcionário Gato
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